Não vou fitar os meus escombros
Pó, destroços e pedaços de mim.
O que puderei encontrar na destruição que sou?
Não escolhi desabar
Não me peças para mexer no entulho
Escuridão, silêncio e morte em mim.
O que poderás encontrar na destruição que sou?
nos momentos de dor
no fim, que se vai anunciando
quando a minha voz for contra mim ainda mais amarga
por aqui, descansarei.
com as minhas palavras escritas sobre ti contra o peito, como um bálsamo.
Tantas vezes deixarei de morrer, para que não partas.